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terça-feira, 30 de abril de 2013

Beijinhos de Anjo

Minhas pipocas...

A minha cozinha anda um caos. Mal tenho tempo de olhar para as prateleiras meio vazias e pensar como preenchê-las com ingredientes maravilhosos que podem transformar um prato simples de arroz num manjar dos deuses. De qualquer modo, hoje foi um dia especialmente dedicado à despensa. Isto porque, num antro da nova rotina que me abraçou há pouco tempo, mal tenho forma de fazer coisas que me acalmem o espírito. Mas depois lembrei-me em fazer algo que (tenho de admitir) nunca antes fiz na vida. E acho que me saí bem...

Muito embora lhe queiram descarada e obviamente chamar brigadeiros, eu quis chamar-lhes Beijinhos de Anjo, devido ao ingrediente secreto acrescentado num instante muito breve de todo o tempo de preparação. Qual será?

Numa panela adicionei 2 colheres de sopa de manteiga com uma lata inteira de leite condensado e 1 caneca e meia de coco ralado. Misturei um bocado e levei ao forno. Há que ter cuidado para o fundo não queimar, eu todo distraído quase deixava o meu queimar a receita toda! Sempre a mexer (eu sei, cansa o braço), nunca retirei a colher de pau da panela até ver e sentir toda a "massa" (chamemos-lhe assim à falta de palavra mais adequada) a despegar facil e rapidamente do alumínio do tacho.

A meio da parafernália de voltas e voltas com a colher de pau, acrescentei um pouco de canela e... Tchan tchan tchan tchan... uma pitada de pimenta branca. Apenas uma colher de chá, não me julguem!

Eu sei, que coisa mais estranha, nem querem atrever-se. Mas digam-me, quantos de vocês realmente experimentaram essa pequena grande explosão de sensações na boca? Digo-vos, as coisas nem sempre são o que parecem. E apesar de se sentir ligeiramente, chega a um ponto que parece quase parte do coco, ou do leite condensado.

Assim que atingiu o ponto de brigadeiro, retirei do lume e deixei arrefecer, mas não muito. Ainda morninho, fui retirando bocadinhos e formando bolas ao mesmo tempo que polvilhava as mesmas com coco ralado e açúcar branco refinado. O resultado foi magnífico. Sobrou para 18 pequenos mas aconchegantes e deliciosos Beijinhos de Anjo que estão neste momento a voar no frigorífico... Acho que vou apanhar lá um deles.

Resumo dos ingredientes:
- 1 lata de leite condensado magro
- 1 pacote de coco ralado
- 2 colheres de sopa de manteiga
- 1 colher de chá de pimenta branca
- 1 pitada de canela
- Açúcar branco refinado q.b.

Sabem, se as visitas não chegarem as 19h, não há beijinhos para ninguém. Estou a falar a sério... Ah desculpem, não se fala de boca cheia.

Sigam, partilhem, "pipocomentem" e venham apresentar os vossos beijinhos... Ou preferem abraços?

Pipocas para todos! Até mais ver!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Bolo Ensopado de Pêssego com Cobertura de Chocolate

Estou a comer uma fatia neste preciso momento. A última, na realidade! Que vergonha. E depois ainda me queixo que estou gordo. Mas de qualquer forma, queria partilhar convosco esta deliciosa tentação! Querem ver?

Bem antes de começar a fazer a massa do bolo, preparei primeiro o ingrediente principal; o pêssego. Por isso peguei numa lata de pêssego em calda, escorri o caldo para um recipiente à parte, reservando-o, e cortei o pêssego em bocados finos para dentro de uma caçarola. De seguida adicionei uma caneca de leite e desfiz tudo isso com a varinha até ficar em ponto de batido (também poderão fazê-lo no liquidificador). Depois, na batedeira, adicionei 4 ovos com uma caneca e meia de açúcar branco, misturando bem. Juntei à mistura o preparado de pêssego e meia lata de leite condensado. Por fim, bastou-me juntar duas canecas cheias de farinha para bolos com fermento e uma colher de sopa de fermento. Restou-me untar a forma com margarina e farinha, despejar para dentro o conteúdo, e levar ao forno pré-aquecido a 200ºC, por cerca de 40 minutos.

Quando retirado do formo, mantive-o dentro da forma e, enquanto ainda quente, despejei para cima a calda do pêssego. À parte, derreti uma tablete de chocolate culinário com uma colher de sopa de margarina. Após levar ao microondas e bem derretido, adicionei o restante do leite condensado, misturei bem e despejei por cima do bolo que entretanto já havia arrefecido, espalhando bem por toda a superfície. Decorei com bocadinhos de pêssego que me havia sobrado e restou-me deixá-lo no frigorífico por cerca de quatro horas antes de servir.

Ficou uma delícia deliciosa! Eufemismo, sem dúvida, mas não tenho outras palavras. Nada mais doce que um presentinho destes no lanche da tarde.São servidos?

Resumo de ingredientes:

Para o bolo:
- 1 lata de pêssego em calda
- 1/2 lata de leite condensado
- 4 ovos
- 1 caneca e meia de açúcar branco refinado
- 1 caneca de leite
- 2 canecas de farinha para bolos com fermento
- 1 colher de sopa de fermento

Para a cobertura:
- 1 tablete de chocolate culinário
- 1/2 lata de leite condensado
- 1 colher de sopa de margarina
- Pêssego para decorar q.b.

Sigam, partilhem, "pipocomentem" e venham dizer-me se comeram o bolo todo... Gulosos! Depois ainda sou acusado de tentativa de atentado aos diabetes!

Pipocas para todos! Até mais ver!

domingo, 11 de novembro de 2012

Bolo de Estrelas Negras

Fui ao supermercado comprar umas coisas que faltavam na minha despensa. Foi aí que me ligaram, a dizer que o meu sobrinho iria passar por minha casa pelo jantar. Ele, que tanto adora bolos, é um autêntico guloso!

Foi mesmo pertinente o telefonema. Não me importo nada de receber o meu sobrinho (de 9 anos de idade), mas se estivesse em casa, e com o frio que de repente se fez sentir na rua, acho que seria muito mais tortuoso ter que me vestir e passar rápido pelo supermercado. Assim sendo, e já nas minhas ideias de inventar um bocadinho, peguei nos ingredientes que queria, paguei e corri até casa.

O quentinho da minha cozinha é muito aconchegante, e já não pretendia sair dali. A minha ideia foi então começar a preparar a massa do bolo.

Num tacho médio, juntei 6 ovos com 250 gramas de açúcar e mexi violentamente até atingir uma cor esbranquiçada. Adicionei uma colher de chá de canela, outra de café solúvel, e meia lata de leite condensado. Envolvi tudo muito bem e comecei a juntar a farinha de trigo com fermento (uma farinha específica para bolos), cerca de 350 gramas. Depois de bem mexido, despejei um pacote de amêndoas torradas cobertas de chocolate (como podem ver na foto da taça amarela) e adicionei por fim quatro colheres de sopa de leite e duas colheres de sopa de óleo sempre mexendo bem até obter uma mistura cremosa.

Esta ideia de juntar as amêndoas com chocolate veio pelo facto de manter uma imagem infantil e doce no bolo, para o meu sobrinho não estranhar e querer logo provar. Sem dúvida que um guloso como ele estará sempre no início da fila para provar os meus bolos. Acho que nunca se arrepende e acaba por deixar o tio completamente babado.

Untei uma forma com margarina e farinha, e despejei a massa para dentro, levando ao forno a 170ºC por cerca de 25 minutos.

Quando o bolo cozeu, esperei até esfriar. Depois, desenformei e verti o restante da lata de leite condensado por cima do bolo, decorando com outro pacote de amêndoas torradas com chocolate (embora tenha comido algumas enquanto esperava que o bolo cozesse).

Neste momento o bolo está no frigorífico. Tive que cortar uma fatia, para o artigo, e a massa ficou húmida, mesmo no ponto que eu adoro num bolo. A textura e sabor compensa numa criação diferente e deliciosa. Não querem experimentar?

Resumo de ingredientes:
- 6 ovos
- 250g de açúcar branco refinado
- 1 colher de chá de canela
- 1 colher de chá de café solúvel
- 1 lata de leite condensado
- 2 pacotes de amêndoas torradas cobertas de chocolate
- 4 colheres de sopa de leite
- 2 colheres de sopa de óleo

Eu chamo-lhe Bolo de Estrelas Negras por razões visualmente óbvias...

Sigam, partilhem, "pipocomentem", e não se esqueçam que aqui o cozinheiro quer saber do sucesso que fizeram na vossa cozinha. Pediram "bis"?

Pipocas para todos! Até mais ver!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Um passeio pela Estufa Fria de Lisboa e o meu Bolo Delícia de Laranja e Framboesa

Ontem fui dar um passeio sozinho. Há alturas em que temos que estar um bocado apenas nós mesmos e a nossa intimidade, para reorganizar as ideias, repor prioridades, pensar e relaxar um bocado. A natureza na sua perfeita forma sempre foi o meu local de refúgio para momentos como estes e levar a minha máquina fotográfica é o assessório que falta para esses passeios íntimos.

Dei uma volta pelas ruas, sempre atento às mercearias e às bancas que despontavam com fruta cheia de luz na sua casca. Havia maçãs que pareciam ter sido lavadas com lixívia de tanto que brilhavam. Passei por alguns jardins, com flores lindas e alguma natureza escondida, mas o meu destino definiu-se quando cheguei ao Parque Eduardo VII.

A Estufa Fria de Lisboa é, como já se espera, um dos mais importantes espaços verdes da capital portuguesa. Tem uma área de 1,51 hectares e é considerado por muitos um autêntico "museu vivo", devido à variedade de flora e fauna por ali existente. Eu que o diga. Já lá fui umas quantas vezes, mas ontem não avistei, por exemplo, pavões, com as suas penas deslumbrantes, prontos para seduzir e levar para os seus "aposentos" a fêmea que tanto ama. Este espaço contém a parte de estufa fria, mas também contém a Estufa Quente, com cerca de 3.000m2, onde convívem plantas tropicais como o Cafeeiro, a Bananeira e a Mangueira.


Há ainda a Estufa Doce, a mais pequena de todas, com apenas 400m2 de área, que é a casa das Cactáceas, ou mais conhecido como, na maior parte, por cactos. No total, temos uma estufa variada e cheio de novidades e pequenos atalhos. Recentemente sofreu alguma remodelação e obras, mas já está totalmente disponível para visita por parte do público.

Tenho que realçar que houve um reaproveitamento das muitas pedras que ornamentam a Estufa e fazem parte das escadarias, cascatas e pequenos lagos existentes, originárias da pedreira de basalto também presente. Por entre a vegetação é possível descobrir algumas peças de estatuária que contribuem para o encanto deste verdadeiro "museu vegetal" onde o tempo passa devagar, mas mantém-se tudo muito aprazível.
Há sempre uma montanha de coisas que podemos descobrir em locais como estes, e sabemos que, de um modo ou de outro, naqueles dias mais solarengos (como o de ontem, por grande sorte) temos a luz suficiente para ver cada detalhe mais engraçado respeitante a uma rosa ou a um animal que por ali passe.

É claro que só em dias como esses é que dá mais vontade de investigar cada entrada, cada gruta, cada passagem, cada lago ou monte de flores. E os momentos que se passam por pequenos minutos quando nos deitamos na relva ou sentamos numa das muitas calçadas da Estufa são completamente inebriantes e cheios de vida... a vida que passa pelos nossos olhos enquanto nós a apreciamos.

Eu não me posso queixar. As maravilhas da natureza encantam-me e, além do mais, produzem-me uma sensação de aconchego e nostalgia que não me deixam sair de onde estou. Já imaginaram um piquenique nestes locais tão mágicos e com tanto para descobrir?

Foram duas horas cheias de descobertas, até porque, por muitas vezes que ali se vá, descobre-se sempre algo de novo, que antes nem nos lembramos de procurar.

Mágico e doce foi a altura em que cheguei a casa depois deste passeio tão relaxante e decidi preparar um bolo de laranja. Já era por volta das 17:30 e já começava a escurecer, mas isso não me impediu de começar a preparar a sobremesa do dia. Tinha os ingredientes todos em casa, só precisei de passar pelo mini-mercado para comprar uma lata de leite condensado.

Sim, este bolo é uma delícia e por isso mesmo necessita de algo delicioso! Querem ver?

Foi muito simples. Na batedeira, juntei 12 ovos com 200 gramas de açúcar branco refinado e o sumo de 6 laranjas gordinhas e cheias de um sumo aromático inesquecível. Caíram-me alguns gomos das laranjas, mas não me importei, só prova que é genuíno. Depois de tudo bem mexido, juntei duas colheres de sopa de leite condensado e três gotas de essência de baunilha, e envolvi tudo com a batedeira.

Adicionei então 500 gramas de farinha de trigo sem fermento, até obter uma massa pastosa e juntei duas colheres de sobremesa de fermento. Restou-me adicionar duas colheres de sopa de óleo e 2 colheres de sopa de leite fresco magro. Untei a forma de margarina e farinha, despejei a massa para dentro e levei ao forno, pré aquecido a 180ºC, deixando-o a cozer por cerca de 25 minutos. Não se esqueça de ir espetando um fio de esparguete para verificar a cozedura. Convém porém não abrir a porta do forno durante os primeiros 15 minutos em que o bolo se encontra dentro do mesmo, para garantir que cresce e não apanha ar.


Entretanto, numa taça misturei o resto da lata de leite condensado com três colheres de sopa de doce de framboesa, mexendo bem até atingir uma cor roxa clara. Reservei no frigorífico.

Quando o bolo cozeu, esperei arrefecer, desenformei e cortei-o em fatias grossas, despejando o creme de leite condensado e framboesa por cima de cada fatia. Bastou-me servir cada fatia com um bocado de doce de framboesa à parte e com um copo de leite fresco!

É um bolo fantástico e não lhe custa muito tempo ou dinheiro. Delicie-se e, se quiser visitar a Estufa Fria, leve consigo uma fatia destas. A combinação deve ser mágica, sem sombra de dúvida!

Resumo de ingredientes:

Massa do bolo:
- 12 ovos
- 200g de açúcar branco refinado
- Sumo de 6 laranjas
- 2 colheres de sopa de leite condensado
- 3 gotas de essência de baunilha
- 500g de farinha de trigo sem fermento
- 2 colheres de sobremesa de fermento
- 2 colheres de sopa de óleo
- 2 colheres de sopa de leite fresco

Creme:
- Restante do leite condensado
- 3 colheres de sopa de doce de framboesa

Sigam, partilhem, "pipocomentem", e venham contar-me como foi este bolo nas vossas casas. Fez sucesso?

Pipocas para todos! Até mais ver!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Pecado Extremo de Coco - nem os anjos resistem!

Eu sou viciado! Admito. Sou viciado nas coisas mais doces que vos poderão passar pela cabeça! O coco é um ingrediente que, acreditem ou não, anda sempre na minha despensa. Ou porque me apetece petiscar algo rápido com um ingrediente principal, ou porque me apetece misturar leite condensado com coco, ou então para preparar o meu mais famoso bolo; o Pecado Extremo de Coco!

Eu chamei-lhe "Pecado Extremo" devido a ser muito doce. A qualquer pessoa que sofra de diabetes, aconselho a ficar-se por apenas uma fatia, mas acredite, essa fatia vai deliciá-lo. E dá-me imenso prazer ver os meus a comer o meu bolo. Apesar de ser extremamente doce, tem um toque de simplicidade e rapidez que ninguém aqui em casa acredita! Mas é verdade.

Na batedeira, bastou-me misturar 4 ovos com 100 gramas de açúcar branco refinado e 150 gramas de coco ralado. Passado uns minutos sempre com a batedeira a trabalhar, acrescentei um terço de uma lata de leite condensado e, assim que obtive uma pasta harmoniosa, bastou-me juntar 200 gramas de farinha, 2 colheres de chá de fermento, 4 colheres de sopa de leite e 2 colheres de sopa de óleo.

Como todos sabemos, o óleo permite que o bolo fique mais fofo e macio, embora de qualquer modo não seja o meu objectivo principal nesta receita. Mas, é claro, o bolo tem de ser apresentável, logo, temos de o manter consistente! Misturei tudo muito bem na batedeira por cerca de 5 minutos.

Peguei numa forma e untei-a com margarina. Aqui fica um truque para untar uma forma. Quando o fizerem, peguem num pedaço médio de folha de alumínio e barrem um pouco de margarina no mesmo. Depois, basta passar a folha na forma e reabastecer de margarina se necessitar. Assim evita sujar muito as mãos e o trabalho de untar a forma fica muito mais reduzido.

De seguida polvilhei com um pouco de farinha, de modo a pegar a toda a margarina na forma, e despejei o conteúdo do bolo para dentro. Levei ao forno, pré aquecido a 200ºC, e mantive-o lá dentro por cerca de 25 minutos.

Eu sei que normalmente deseja-se os bolos bem cozidos, mas o importante neste bolo é que, quando lá for espetar com um palito ou fio de esparguete cru, este saia um pouco molhado mas que denote a cozedura ideal para ficar ligeiramente encharcado.

Enquanto o bolo cozia, preparei a cobertura. Numa taça média, misturei o restante da lata de leite condensado com mais 150 gramas de coco ralado e uma colher de chá de canela. Depois foi só esperar a cozedura do bolo, desenformar, e despejar esse delicioso creme por cima! Se quiser reforçar de forma definitiva o ingrediente principal, polvilhe o topo com um pouco mais de coco ralado.

Esta delícia, servida bem fria com um chá ou um pouco de leite fresco, faz as delícias de todos! Eu abusei um pouco, acho que tenho que ir ao médico avaliar os meus níveis de açúcar, visto ter devorado três generosas fatias (porque eu sou muito generoso comigo mesmo).

Vê como não custa? Eu acredito que nem os anjos resistem a tamanho pecado. É quase divino!

Resumo de ingredientes:

Massa do bolo:
- 4 ovos
- 100g de açúcar branco refinado
- 150g de coco ralado
- 1/3 de uma lata de leite condensado
- 200g de farinha de trigo sem fermento
- 2 colheres de chá de fermento
- 4 colheres de sopa de leite magro
- 4 colheres de sopa de óleo

Cobertura:
- Restante do leite condensado
- 150g de coco ralado
- 1 colher de chá de canela

Sigam, partilhem, "pipocomentem", e venham dizer-me se ficaram inundados de tanta doçura que até deixaram uma pilha de loiça para lavar. Bem... eu deixei... e visto que não tenho empregada, daqui a nada tenho que arrumar tudo...

Pipocas para todos! Até mais ver!