Sou apologista vincado das refeições rápidas, das mais simples, das que garantem sabor sem esforço nenhum. A combinar com frango, que é o tipo de carne que eu mais gosto, sem dúvida que tenho sempre aqueles momentos de rapidez que se traduzem em deleite e bem acompanhados com vinho ou sumo.
Esta receita é americana, mas não é coisa que me interesse. Apenas agradeço por terem inventado tamanho sabor por tão pouco. E os ingredientes, bem, esses eu tenho a certeza que tem aí na sua despensa. Não tem nada de mais, quer ver?
Já deve ter percebido que isto passa como uma salada fácil. Numa taça eu preparei 125 mililitros de maionese de azeite (8 colheres de sopa) com o sumo de um limão e dois dentes de alho cortados, misturando tudo muito bem. Esta mistura, para além do frango, será a que estará mais presente no sabor principal da salada e, acreditem em mim, terá a sua preferência na lista dos seus pratos favoritos.
Cozi o frango previamente, e desfiei-o rudemente. Eu não me importo de ter bocados grandes na salada, aliás, até consegue ser muito mais saboroso do que se pensa, seja o peito, as pernas ou as asas do frango. Adicionei-o à maionese anterior, junto com 2 talos de aipo cortados, 1 pepino cortado em bocados e 75 gramas de nozes descascadas e picadas.
Após misturar esta absurda porém deliciosa orgia de alimentos, bastou-me adicionar 50g de passas. É claro que estou a fazer uma dose familiar, e não individual. Afinal de contas, o meu estômago anda sempre cheio de fome e além do mais tenho outros esfomeados à mesa, como sempre.
Numa saladeira forrei o fundo com folhas de alface bem verdinhas e lavadas, e decorei com 2 maçãs vermelhas cortadas aos cubos. Coloquei por cima o frango com a maionese, e misturei levemente, temperando por fim com uma pitada de sal e pimenta.
Esta salada é tremendamente saborosa e tão fácil. Sempre recomendei a quem gosta de coisas frescas e rápidas, e toda a gente gosta de frango na salada, a menos que sejam alérgicos. Oh, e eu que estou tão deliciado com isto! Eu não me vou alongar mais, quero ficar na minha salada a sós!
Resumo de ingredientes:
- 1 frango cozinhado e desfiado
- 125ml de maionese
- Sumo de 1 limão
- 50g de passas
- Folhas de alface
- 2 maçãs vermelhas
- 2 talos de aipo cortados
- 75g de nozes descascadas e picadas
- Sal e pimenta q.b.
Partilhem, "pipocomentem", digam-me o que vocês acham da salada, ou se preferiram comprar uma já feita por preguiça!
Pipocas para todos! Até mais ver!
sábado, 3 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Rolo de Carne e Cebola com Bacon e uma surpresa...
Há prato melhor que um rolo de carne? A minha mãe fazia sempre um rolo de carne quando não tinha tempo para muito mais coisas ou então quando nos apetecia lambuzar no molho junto com a camada tostada da carne que tanto adorava. Oh, só de lembrar-me disso deu-me vontade de recrear essa receita, mas com alguns ingredientes adicionais.
Todos sabemos que cozinhar carne não é difícil, apenas requer alguma atenção se a queremos naquele ponto que tanto gostamos. Um rolo de carne pode perfeitamente fugir à excepção, desde que não roubemos algumas pontas do mesmo enquanto está a cozinhar (como eu, guloso como sou). O mais fácil de tudo é que não requer nenhuma experiência ou mãos de fada. Apenas a combinação mais suculenta e divina.
Eu usei cerca de um quilo de carne picada. No talho optei por misturar 500 gramas de carne de porco com 500 gramas de carne de vaca e pedi também para adicionar um chouriço. Não que seja um ingrediente completamente obrigatório, apenas acontece que o chouriço, ao se desfazer junto com a carne, vai dar-lhe a pontada de sal que me dirá para não acrescentar muito mais na altura de formar o rolo. É perfeita a combinação, dá sempre aquele gosto salgado e único que só o chouriço pode fornecer, e quem sabe até pode dar inspiração para recrear outro tipo de prato...
Sendo assim, numa taça grande depositei a carne e juntei-lhe uma caneca de pão ralado, um ovo, uma pitada de sal e pimenta e dois dentes de alho ralados. Numa frigideira desfiz duas cebolas bem cortadas, acrescentei um pouco de azeite extra virgem e uma colher de chá de noz moscada. O meu objectivo com isto será alourar a cebola, fritando-a um pouco até lhe sentir o cheiro levemente chamuscado mas delicioso. Quando a tiver bem alourada, desligue o lume e mexa a frigideira um pouco para garantir todo o envolvimento da cebola com a noz moscada. Se gostar do sabor forte da mesma, pode acrescentar mais uma colher de chá, embora eu ache que não será necessário porque o travo não será muito grande no palato, mas fará uma diferença bastante perceptível.
Juntei a cebola à carne e aí, bem, pus a mão na massa... ou, neste caso, na carne. Convém fazer isto com as mãos, porque sentirá uma textura mais rústica visto a cada garfada sobressair ou mais cebola, ou mais carne, e nunca terá o sabor típico de um rolo de carne preparado de forma tecnológica. Mas se não gostam de sujar as mãos, podem sempre usar uma colher de pau, claro.
Com tudo misturado, não me sobrou nada mais se não apenas tratar de decorá-lo. Num pirex, oleei a base com um pouco de azeite. Peguei em dois pacotes de fatias de bacon (cerca de 300 gramas) e forrei a base com parte do bacon, sobrepondo ligeiramente as fatias.
Com a carne, dividi-a em duas partes e coloquei a primeira parte por cima do bacon. O meu objectivo foi moldar a carne de modo a obter uma forma cilíndrica, e depois bastou-me fazer uma pequena cova longa ao longo do comprimento da carne. Isto porque entra aqui uma coisa, só mesmo para rechear o rolo.
À parte, cozi quatro ovos cozidos (embora depois tivesse verificado que só precisei de três, mas vale mais prevenir que remediar). Coloquei-os na cova da carne no sentido do comprimento, e depois bastou-me cobrir tudo com a segunda parte da carne. Tenha o cuidado de cobrir tudo muito bem, de modo a não se ver os ovos em nenhum lado do rolo. Assim, vai permitir que não cozinhem demasiado enquanto a carne assa, e ainda aproveita o sabor dos ovos enquanto bem cozidos e tenros. Bastou-me finalmente cobrir a carne com o restante do bacon, de uma ponta à outra. Bem envolvido com o bacon, bastou ir ao forno por cerca de 40 minutos a 170ºC. À medida que for assando, verifique a superfície do rolo e vá regando um pouco com azeite para garantir não tostar muito apenas o suficiente para ter um ligeiro sabor de carne bem assada.
Não tem nada que saber, e além do mais ainda se deliciam no fim com um copo de vinho tinto ou Casal Garcia. É a bebida que melhor combina com um prato destes, com o qual pode servir puré ou batatinhas assadas junto com o rolo. A escolha é sua... Vai adorar o "ovo surpresa" como recheio do rolo, e de certeza que vai querer comer mais sem parar. Cuidado com a linha!
Resumo de ingredientes:
- 1kg de carne picada (500g de porco e 500g de vaca, junto com um chouriço se quiser)
- 1 caneca de pão ralado
- 1 ovo (para unir a carne)
- 2 dentes de alho
- 2 cebolas
- 1 colher de sopa de azeite virgem extra
- 1 ou 2 colheres de chá de noz moscada
- 300g de bacon em fatias
- 3 ou 4 ovos cozidos (dependendo do tamanho do rolo)
- Sal e pimenta q.b.
Partilhem, "pipocomentem", não fiquem aí a babar pela carne. Experimentem, não se inibam, ainda podem fazer sucesso na vossa cozinha!
Pipocas para todos! Até mais ver!
Todos sabemos que cozinhar carne não é difícil, apenas requer alguma atenção se a queremos naquele ponto que tanto gostamos. Um rolo de carne pode perfeitamente fugir à excepção, desde que não roubemos algumas pontas do mesmo enquanto está a cozinhar (como eu, guloso como sou). O mais fácil de tudo é que não requer nenhuma experiência ou mãos de fada. Apenas a combinação mais suculenta e divina.
Eu usei cerca de um quilo de carne picada. No talho optei por misturar 500 gramas de carne de porco com 500 gramas de carne de vaca e pedi também para adicionar um chouriço. Não que seja um ingrediente completamente obrigatório, apenas acontece que o chouriço, ao se desfazer junto com a carne, vai dar-lhe a pontada de sal que me dirá para não acrescentar muito mais na altura de formar o rolo. É perfeita a combinação, dá sempre aquele gosto salgado e único que só o chouriço pode fornecer, e quem sabe até pode dar inspiração para recrear outro tipo de prato...
Sendo assim, numa taça grande depositei a carne e juntei-lhe uma caneca de pão ralado, um ovo, uma pitada de sal e pimenta e dois dentes de alho ralados. Numa frigideira desfiz duas cebolas bem cortadas, acrescentei um pouco de azeite extra virgem e uma colher de chá de noz moscada. O meu objectivo com isto será alourar a cebola, fritando-a um pouco até lhe sentir o cheiro levemente chamuscado mas delicioso. Quando a tiver bem alourada, desligue o lume e mexa a frigideira um pouco para garantir todo o envolvimento da cebola com a noz moscada. Se gostar do sabor forte da mesma, pode acrescentar mais uma colher de chá, embora eu ache que não será necessário porque o travo não será muito grande no palato, mas fará uma diferença bastante perceptível.Juntei a cebola à carne e aí, bem, pus a mão na massa... ou, neste caso, na carne. Convém fazer isto com as mãos, porque sentirá uma textura mais rústica visto a cada garfada sobressair ou mais cebola, ou mais carne, e nunca terá o sabor típico de um rolo de carne preparado de forma tecnológica. Mas se não gostam de sujar as mãos, podem sempre usar uma colher de pau, claro.
Com tudo misturado, não me sobrou nada mais se não apenas tratar de decorá-lo. Num pirex, oleei a base com um pouco de azeite. Peguei em dois pacotes de fatias de bacon (cerca de 300 gramas) e forrei a base com parte do bacon, sobrepondo ligeiramente as fatias.
Com a carne, dividi-a em duas partes e coloquei a primeira parte por cima do bacon. O meu objectivo foi moldar a carne de modo a obter uma forma cilíndrica, e depois bastou-me fazer uma pequena cova longa ao longo do comprimento da carne. Isto porque entra aqui uma coisa, só mesmo para rechear o rolo.
À parte, cozi quatro ovos cozidos (embora depois tivesse verificado que só precisei de três, mas vale mais prevenir que remediar). Coloquei-os na cova da carne no sentido do comprimento, e depois bastou-me cobrir tudo com a segunda parte da carne. Tenha o cuidado de cobrir tudo muito bem, de modo a não se ver os ovos em nenhum lado do rolo. Assim, vai permitir que não cozinhem demasiado enquanto a carne assa, e ainda aproveita o sabor dos ovos enquanto bem cozidos e tenros. Bastou-me finalmente cobrir a carne com o restante do bacon, de uma ponta à outra. Bem envolvido com o bacon, bastou ir ao forno por cerca de 40 minutos a 170ºC. À medida que for assando, verifique a superfície do rolo e vá regando um pouco com azeite para garantir não tostar muito apenas o suficiente para ter um ligeiro sabor de carne bem assada.
Não tem nada que saber, e além do mais ainda se deliciam no fim com um copo de vinho tinto ou Casal Garcia. É a bebida que melhor combina com um prato destes, com o qual pode servir puré ou batatinhas assadas junto com o rolo. A escolha é sua... Vai adorar o "ovo surpresa" como recheio do rolo, e de certeza que vai querer comer mais sem parar. Cuidado com a linha!
Resumo de ingredientes:
- 1kg de carne picada (500g de porco e 500g de vaca, junto com um chouriço se quiser)
- 1 caneca de pão ralado
- 1 ovo (para unir a carne)
- 2 dentes de alho
- 2 cebolas
- 1 colher de sopa de azeite virgem extra
- 1 ou 2 colheres de chá de noz moscada
- 300g de bacon em fatias
- 3 ou 4 ovos cozidos (dependendo do tamanho do rolo)
- Sal e pimenta q.b.
Partilhem, "pipocomentem", não fiquem aí a babar pela carne. Experimentem, não se inibam, ainda podem fazer sucesso na vossa cozinha!
Pipocas para todos! Até mais ver!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Geleia de Pétalas de Rosa
"Pétalas de rosa?"
Tenho a certeza que fez esta pergunta na sua mente quando viu este título. Foi a mesma que fiz a um amigo meu quando se virou para mim e disse que fez esta geleia.
"Nem é difícil de fazer, e além do mais, existem rosas que são comestíveis se procurares um bocado.", disse-me ele. E procurei por acaso. Ao que parece existem locais do mundo onde se usa a rosa até mesmo como especiaria ou então como ingrediente especial em geleias, doces em caldas e até mesmo saladas (embora nestas se use mais as pétalas apenas).
Como não sou de desperdiçar uma oportunidade de experimentar algo novo, e em vez de me ter limitado a provar e esquecer, pedi ao meu amigo a receita. Ao início disse que era "receita de família"... "Sim, e eu nasci no Alasca!". O egoísmo não intencional dele é tão frustrante, mas divertido apesar de tudo.
Cheguei a casa depois de ter comprado rosas vermelhas orgânicas suficientes para um quilo de pétalas. A parte pior é mesmo retirar o branco da base das pétalas, mas com uma tesoura fica o trabalho muito mais fácil. Sim, eu uso atalhos, mas quem não o faz na cozinha?
Depois lavei as pétalas em água corrente e preparei o principal. Num tacho fundo (ou taça, como preferir) coloquei o sumo de três limões junto com um litro de água mineral natural comprada previamente, deixando as pétalas nesse caldo frio de molho por duas horas.
À medida que fui fazendo isto, fui-me perguntando se estava a fazer bem as coisas. Era algo tão incomum na minha rotina gastronómica... Quero dizer, adorei o sabor da geleia do meu amigo mas estava com medo que as coisas não me corressem tão bem. Graças a Deus que foi precisamente ao contrário.
Passadas as duas horas, coloquei toda a calda com as pétalas no liquidificador, triturando-as por completo. Depois bastou-me colocar esta mistura numa panela, cozinhando por cerca de meia hora. Acrescentei então um quilo de açúcar branco refinado, mexendo sempre de forma leve sem parar, para incorporar bem, até obter a textura habitual de uma geleia.
Oh, ficou tão maravilhoso! Nunca pensei ser tão bom quando é feito por nós mesmos, ainda para mais algo que nunca na minha vida havia feito. Bastou-me colocar em frascos de compota ou outros esterilizados com um pouco de álcool etílico.
Não espero que façam da mesma maneira, mas, se quiserem experimentar, porque não? Eu tentei, logo vocês não são diferentes de mim. São meus leitores logo são tão iguais ou melhores que eu.
Resumo dos ingredientes:
- 1kg de rosas vermelhas orgânicas
- sumo de 3 limões
- 1l de água
- 1kg de açúcar branco refinado
Partilhem, "pipocomentem", fiquem "engelados" na geleia se a fizerem mas, pelo menos, não morram com água na boca se quiserem tanto experimentar.
Pipocas para todos! Até mais ver!
Tenho a certeza que fez esta pergunta na sua mente quando viu este título. Foi a mesma que fiz a um amigo meu quando se virou para mim e disse que fez esta geleia.
"Nem é difícil de fazer, e além do mais, existem rosas que são comestíveis se procurares um bocado.", disse-me ele. E procurei por acaso. Ao que parece existem locais do mundo onde se usa a rosa até mesmo como especiaria ou então como ingrediente especial em geleias, doces em caldas e até mesmo saladas (embora nestas se use mais as pétalas apenas).
Como não sou de desperdiçar uma oportunidade de experimentar algo novo, e em vez de me ter limitado a provar e esquecer, pedi ao meu amigo a receita. Ao início disse que era "receita de família"... "Sim, e eu nasci no Alasca!". O egoísmo não intencional dele é tão frustrante, mas divertido apesar de tudo.Cheguei a casa depois de ter comprado rosas vermelhas orgânicas suficientes para um quilo de pétalas. A parte pior é mesmo retirar o branco da base das pétalas, mas com uma tesoura fica o trabalho muito mais fácil. Sim, eu uso atalhos, mas quem não o faz na cozinha?
Depois lavei as pétalas em água corrente e preparei o principal. Num tacho fundo (ou taça, como preferir) coloquei o sumo de três limões junto com um litro de água mineral natural comprada previamente, deixando as pétalas nesse caldo frio de molho por duas horas.
À medida que fui fazendo isto, fui-me perguntando se estava a fazer bem as coisas. Era algo tão incomum na minha rotina gastronómica... Quero dizer, adorei o sabor da geleia do meu amigo mas estava com medo que as coisas não me corressem tão bem. Graças a Deus que foi precisamente ao contrário.
Passadas as duas horas, coloquei toda a calda com as pétalas no liquidificador, triturando-as por completo. Depois bastou-me colocar esta mistura numa panela, cozinhando por cerca de meia hora. Acrescentei então um quilo de açúcar branco refinado, mexendo sempre de forma leve sem parar, para incorporar bem, até obter a textura habitual de uma geleia.
Oh, ficou tão maravilhoso! Nunca pensei ser tão bom quando é feito por nós mesmos, ainda para mais algo que nunca na minha vida havia feito. Bastou-me colocar em frascos de compota ou outros esterilizados com um pouco de álcool etílico.
Não espero que façam da mesma maneira, mas, se quiserem experimentar, porque não? Eu tentei, logo vocês não são diferentes de mim. São meus leitores logo são tão iguais ou melhores que eu.
Resumo dos ingredientes:
- 1kg de rosas vermelhas orgânicas
- sumo de 3 limões
- 1l de água
- 1kg de açúcar branco refinado
Partilhem, "pipocomentem", fiquem "engelados" na geleia se a fizerem mas, pelo menos, não morram com água na boca se quiserem tanto experimentar.
Pipocas para todos! Até mais ver!
Mousse de Chocolate à Francesa
Pessoalmente, não vivo sem chocolate. Dá-me as maiores inspirações e sempre me mantém activo nas minhas tarefas. Convenientemente, passou o 31 de Outubro, noite de Halloween e, apesar de não ter muitos preparativos nessa data festiva, gosto sempre de dar um carinho a mim e aos meus próximos. Há sempre algo de novo para provar ou experimentar fazer. A minha mousse de chocolate à francesa foi um pequeno invento meu pouco extravagante mas com um travo diferente da tradicional, mas não menos deliciosa, mousse. Foi um pequeno invento que marcou a minha noite das bruxas.
Para quem não sabe, mousse é a palavra francesa para "espuma" o que, nesta minha receita, se encaixa perfeitamente na textura altamente frágil devido a se derreter gloriosamente na boca mas mantendo o travo forte e doce do chocolate no palato.
Algo que me alegra imenso é quando me falam que fizeram ou comeram mousse de manga, de limão, ou qualquer outra, mas fica na minha mente aquele pensamento tão deliciosamente infantil de associar essa palavra imediatamente ao chocolate. Será assim tanto pecado desejar tamanho manjar dos deuses? Bem, eles que não me julguem se eu adicionar um novo ingrediente à receita mundialmente conhecida, mas convém dizer que "o que não mata engorda".
A preparação não podia ser mais simples, ou aliás, igual a qualquer outra. A diferença está precisamente em alguns ingredientes. Mas descansem, não é nada de mais.
Numa caçarola pequena eu parti uma tabuleta de chocolate preto culinário e adicionei também cerca de 50 gramas de chocolate de leite (pode ser de qualquer marca). Eu devo isto à minha mãe, que sempre me habituou a gostar de misturar chocolates numa receita ou mesmo na minha boca quando ela comprava vários tipos de chocolate. Juntei-lhe 100 gramas de manteiga magra sem sal e mantive o lume brando, mexendo sempre de vez em quando.
Separei as gemas das claras de 6 ovos, e adicionei as gemas ao chocolate derretido, previamente colocado numa taça de vidro grande, e envolvi tudo muito bem. De seguida adicionei 150 gramas de açúcar amarelo, mas a partir daí não mexi muito. Isto porque eu adoro que permaneçam alguns cristais do açúcar intactos para, na hora da degustação possa trincá-los junto com o sabor do chocolate... é uma sensação tão excitante e aconchegante.
Aqui entra o improvável. 100 mililitros de champanhe doce. Acredite que não é muito difícil de adicionar. E presumo que não se vai arrepender do sabor. Adicione aos poucos, envolvendo levemente a cada gole depositado na mistura do chocolate. Assim que tiver adicionado tudo, tape com película aderente e coloque-o no frigorífico.
Enquanto isso, como já deve saber, fiz o habitual. Numa batedeira, bati as 6 claras em castelo, garantindo que, ao virar a taça da batedeira, estas ficassem bem firmes. A minha mãe ensinava-me isto quando era mais pequeno mas fazia sempre asneira. Mesmo antes de atingir esse ponto, já andava a virar a taça e acabava por sujar a bancada da cozinha. A minha adorada mãe aborrecia-se imenso, e era a sentença para parar de fazer a sobremesa. Apesar de tudo aprendi finalmente a não desafiar muito a gravidade, e então fico bastante tempo na batedeira até finalmente ter as claras como realmente quero.
Toca a tirar o chocolate do frigorífico. Junte-lhe as claras e envolva de forma leve mas verificando que fica tudo bem mexido e achocolatado. Reserve no frigorífico por uma hora.
Foi na altura de servir que fui para além da inovação. Foi de última hora que tive uma ideia maravilhosa e que me deu o impulso para chegar ao frigorífico e pegar num pacote de natas frescas (eu uso Longa Vida). Não se assustem. Apenas bati as natas na batedeira até ficarem montadas. Assim que o consegui, foi só buscar a mousse e preparar o serviço.
Em taças pequenas de sobremesa montei a base de natas, com cerca de colher e meia de sopa em cada taça, sempre alisando a superfície. Por cima coloquei a mousse de chocolate, decorando o topo com raspas de limão.
Não é nada de especial mas, para quem quiser experimentar, eu tenho a certeza que não se vão arrepender. Eu é que, em parte me arrependo, mas não é por comer. Foi tão grande o sucesso que tenho duas encomendas desta receita para fazer. Deus queira que haja nem que seja pelo menos uma hora nos meus próximos dias para fazê-la a tempo.
Porém, apesar de tudo, é gratificante cozinhar para os outros. Não me custa nada e ainda tenho o prazer de me deleitar com cada ingrediente nas minhas receitas. Esta mousse não foi excepção. Só tive oportunidade de comer uma tacinha, mas essa mesma, coitada, foi devorada com o maior prazer.
Resumo dos ingredientes:
- 1 tabuleta de chocolate preto culinário
- 50g de chocolate de leite
- 100g de manteiga magra sem sal
- 6 ovos
- 150g de açúcar amarelo
- 100ml de champanhe doce
- 1 pacote de natas frescas
- raspa de 1 limão
Partilhem, "pipocomentem", digam-me se esta mousse é algo de especial ou simplesmente um capricho mal conseguido da minha parte. Vá, podem ser maus...
Pipocas para todos! Até mais ver!
Para quem não sabe, mousse é a palavra francesa para "espuma" o que, nesta minha receita, se encaixa perfeitamente na textura altamente frágil devido a se derreter gloriosamente na boca mas mantendo o travo forte e doce do chocolate no palato.
Algo que me alegra imenso é quando me falam que fizeram ou comeram mousse de manga, de limão, ou qualquer outra, mas fica na minha mente aquele pensamento tão deliciosamente infantil de associar essa palavra imediatamente ao chocolate. Será assim tanto pecado desejar tamanho manjar dos deuses? Bem, eles que não me julguem se eu adicionar um novo ingrediente à receita mundialmente conhecida, mas convém dizer que "o que não mata engorda".
A preparação não podia ser mais simples, ou aliás, igual a qualquer outra. A diferença está precisamente em alguns ingredientes. Mas descansem, não é nada de mais.
Numa caçarola pequena eu parti uma tabuleta de chocolate preto culinário e adicionei também cerca de 50 gramas de chocolate de leite (pode ser de qualquer marca). Eu devo isto à minha mãe, que sempre me habituou a gostar de misturar chocolates numa receita ou mesmo na minha boca quando ela comprava vários tipos de chocolate. Juntei-lhe 100 gramas de manteiga magra sem sal e mantive o lume brando, mexendo sempre de vez em quando.Separei as gemas das claras de 6 ovos, e adicionei as gemas ao chocolate derretido, previamente colocado numa taça de vidro grande, e envolvi tudo muito bem. De seguida adicionei 150 gramas de açúcar amarelo, mas a partir daí não mexi muito. Isto porque eu adoro que permaneçam alguns cristais do açúcar intactos para, na hora da degustação possa trincá-los junto com o sabor do chocolate... é uma sensação tão excitante e aconchegante.
Aqui entra o improvável. 100 mililitros de champanhe doce. Acredite que não é muito difícil de adicionar. E presumo que não se vai arrepender do sabor. Adicione aos poucos, envolvendo levemente a cada gole depositado na mistura do chocolate. Assim que tiver adicionado tudo, tape com película aderente e coloque-o no frigorífico.
Enquanto isso, como já deve saber, fiz o habitual. Numa batedeira, bati as 6 claras em castelo, garantindo que, ao virar a taça da batedeira, estas ficassem bem firmes. A minha mãe ensinava-me isto quando era mais pequeno mas fazia sempre asneira. Mesmo antes de atingir esse ponto, já andava a virar a taça e acabava por sujar a bancada da cozinha. A minha adorada mãe aborrecia-se imenso, e era a sentença para parar de fazer a sobremesa. Apesar de tudo aprendi finalmente a não desafiar muito a gravidade, e então fico bastante tempo na batedeira até finalmente ter as claras como realmente quero.
Toca a tirar o chocolate do frigorífico. Junte-lhe as claras e envolva de forma leve mas verificando que fica tudo bem mexido e achocolatado. Reserve no frigorífico por uma hora.
Foi na altura de servir que fui para além da inovação. Foi de última hora que tive uma ideia maravilhosa e que me deu o impulso para chegar ao frigorífico e pegar num pacote de natas frescas (eu uso Longa Vida). Não se assustem. Apenas bati as natas na batedeira até ficarem montadas. Assim que o consegui, foi só buscar a mousse e preparar o serviço.
Em taças pequenas de sobremesa montei a base de natas, com cerca de colher e meia de sopa em cada taça, sempre alisando a superfície. Por cima coloquei a mousse de chocolate, decorando o topo com raspas de limão.
Não é nada de especial mas, para quem quiser experimentar, eu tenho a certeza que não se vão arrepender. Eu é que, em parte me arrependo, mas não é por comer. Foi tão grande o sucesso que tenho duas encomendas desta receita para fazer. Deus queira que haja nem que seja pelo menos uma hora nos meus próximos dias para fazê-la a tempo.
Porém, apesar de tudo, é gratificante cozinhar para os outros. Não me custa nada e ainda tenho o prazer de me deleitar com cada ingrediente nas minhas receitas. Esta mousse não foi excepção. Só tive oportunidade de comer uma tacinha, mas essa mesma, coitada, foi devorada com o maior prazer.
Resumo dos ingredientes:
- 1 tabuleta de chocolate preto culinário
- 50g de chocolate de leite
- 100g de manteiga magra sem sal
- 6 ovos
- 150g de açúcar amarelo
- 100ml de champanhe doce
- 1 pacote de natas frescas
- raspa de 1 limão
Partilhem, "pipocomentem", digam-me se esta mousse é algo de especial ou simplesmente um capricho mal conseguido da minha parte. Vá, podem ser maus...
Pipocas para todos! Até mais ver!
Relaxe usando o peso do corpo!
Normalmente nunca sabemos como usar o nosso corpo para relaxar. Mas eu tenho a certeza que há diversas formas de o fazer. Incluir um exercício na sua rotina diária em que nos apercebemos do peso do nosso corpo através da nossa mente é um método muito simples e que pode facilmente aprender e aplicar as vezes que necessitar.
Este é o primeiro artigo de conselhos de relaxamento e eu devo dizer que estou ligeiramente nervoso. Há sempre algumas coisas a definir logo ao princípio e que devo relatar. Os exercícios que eu for colocando neste blog servem para pessoas que gostam de relaxar ou desejam acalmar os seus sentidos num antro de rotina e stress excessivo. Em nenhuma altura do exercício deve sentir dor ou desconforto. Caso o sinta, pare o exercício por alguns segundos, respirando calma e profundamente e, quando recuperar o estado normal sem desconforto, regresse ao início ou recomece na série do exercício onde pausou. Se o desconforto continuar, o melhor a fazer será mesmo parar.
Vamos começar. Aconselho que para este exercício, deite-se numa cama em que tenha espaço suficiente para estar, sem ficar em nenhuma ponta ou beira do colchão. Fique confortável, bem esticado, porém sem forcar os músculos do corpo. Este exercício é muito útil para quem deseja adormecer rapidamente portanto, para ter algum efeito, poderá fazê-lo na altura de se deitar.
Feche os olhos e esvazie a mente o máximo que puder. Tente desviar-se de tudo o que o preocupa, o que o atormenta ou persiste na sua rotina. Neste momento, está apenas na cama para relaxar.
Imagine que se encontra numa praia, no campo, num bosque, ou em qualquer outro lugar que sabe que o relaxa só de pensar nele. Mantenha os olhos fechados, sem os forçar. Não force nenhum dos músculos do seu corpo, não fique tenso, apenas relaxe. Se fizer o contrário, este exercício não terá qualquer efeito sobre si.
Comece por se aperceber da presença do seu corpo no espaço onde se encontra. À medida que vai relaxando cada vez mais, comece então por respirar bem fundo, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Inspire bem fundo, sustendo por uns dois segundos a respiração, e depois expire suave mas decididamente. Faça isso umas quatro ou cinco vezes, até alcançar um estado em que já não está a pensar em mais nada.
Comece por se aperceber dos seus pés. Tente imaginar a forma deles, sem olhar, e perceba então como os seus pés pesam. Sinta o peso dos seus pés. O peso dos ossos. O peso dos músculos. O peso da pele. Mantenha a respiração suave e contada, inspirando e expirando calmamente.
Deixe os seus pés pesados e comece a pensar nas suas pernas. À medida que vai avançando entre os tornozelos, os joelhos, as coxas e as ancas, vai sentindo o sentido do peso no corpo até onde se apercebeu. O peso é perceptível porém relaxante.
Pouco a pouco vai percebendo o ritmo. O verdadeiro objectivo é que, nas entrelinhas de uma respiração calmamente vincada e pausada, inspirando e expirando ao ritmo natural do seu organismo, possa aperceber-se do seu corpo, do verdadeiro peso que este faz no espaço onde se encontra. O tronco, os braços... O peso de cada elemento vai relaxá-lo imediatamente.
Depois de se sentir realmente "pesado" até ao seu pescoço, foque-se somente no seu rosto. Comece pelo seu queixo e lábios. Imagine que estão a endurecer, de forma a conseguir sentir o peso destes também. Sinta os ossos e cartilagens do seu nariz e orelhas, como encaixam na sua face, com algum peso incluído. Finalmente, concentre-se nas suas pálpebras. O peso das mesmas deixá-lo-à cada vez mais ensonado. Com o peso do seu corpo e as pálpebras fechadas leve mas firmemente, vai começar a sentir-se como que a voar, como se não estivesse mais na cama, nem tivesse qualquer apoio. Embora esteja a aperceber-se do seu peso, vai sentir-se leve. E a pouco e pouco, com a devida concentração, vai entrar no sono sem dificuldades.
É uma questão de concentrar-se e imaginar as coisas da melhor forma. Relaxar não é difícil, nem deve ser. Cada exercício que eu colocar aqui neste modesto blog, será uma nova forma de se reencontrar. Faça os exercícios sozinho, especialmente este. Desligue o telemóvel ou coloque-o em silêncio, desligue tudo o que fizer barulho ou seja elemento de distracção. Daqui a alguns tempos voltarei a colocar aqui outro exercício. Terão uma nova forma de poder relaxar e quem sabe depois disso, tomar um chá e comer um bolinho. É a cereja no topo do bolo!
Partilhem, "pipocomentem", digam-me como se sentiram depois de experimentar este exercício.
Pipocas para todos! Até mais ver!
Este é o primeiro artigo de conselhos de relaxamento e eu devo dizer que estou ligeiramente nervoso. Há sempre algumas coisas a definir logo ao princípio e que devo relatar. Os exercícios que eu for colocando neste blog servem para pessoas que gostam de relaxar ou desejam acalmar os seus sentidos num antro de rotina e stress excessivo. Em nenhuma altura do exercício deve sentir dor ou desconforto. Caso o sinta, pare o exercício por alguns segundos, respirando calma e profundamente e, quando recuperar o estado normal sem desconforto, regresse ao início ou recomece na série do exercício onde pausou. Se o desconforto continuar, o melhor a fazer será mesmo parar.
Vamos começar. Aconselho que para este exercício, deite-se numa cama em que tenha espaço suficiente para estar, sem ficar em nenhuma ponta ou beira do colchão. Fique confortável, bem esticado, porém sem forcar os músculos do corpo. Este exercício é muito útil para quem deseja adormecer rapidamente portanto, para ter algum efeito, poderá fazê-lo na altura de se deitar.
Feche os olhos e esvazie a mente o máximo que puder. Tente desviar-se de tudo o que o preocupa, o que o atormenta ou persiste na sua rotina. Neste momento, está apenas na cama para relaxar.Imagine que se encontra numa praia, no campo, num bosque, ou em qualquer outro lugar que sabe que o relaxa só de pensar nele. Mantenha os olhos fechados, sem os forçar. Não force nenhum dos músculos do seu corpo, não fique tenso, apenas relaxe. Se fizer o contrário, este exercício não terá qualquer efeito sobre si.
Comece por se aperceber da presença do seu corpo no espaço onde se encontra. À medida que vai relaxando cada vez mais, comece então por respirar bem fundo, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Inspire bem fundo, sustendo por uns dois segundos a respiração, e depois expire suave mas decididamente. Faça isso umas quatro ou cinco vezes, até alcançar um estado em que já não está a pensar em mais nada.
Comece por se aperceber dos seus pés. Tente imaginar a forma deles, sem olhar, e perceba então como os seus pés pesam. Sinta o peso dos seus pés. O peso dos ossos. O peso dos músculos. O peso da pele. Mantenha a respiração suave e contada, inspirando e expirando calmamente.
Deixe os seus pés pesados e comece a pensar nas suas pernas. À medida que vai avançando entre os tornozelos, os joelhos, as coxas e as ancas, vai sentindo o sentido do peso no corpo até onde se apercebeu. O peso é perceptível porém relaxante.
Pouco a pouco vai percebendo o ritmo. O verdadeiro objectivo é que, nas entrelinhas de uma respiração calmamente vincada e pausada, inspirando e expirando ao ritmo natural do seu organismo, possa aperceber-se do seu corpo, do verdadeiro peso que este faz no espaço onde se encontra. O tronco, os braços... O peso de cada elemento vai relaxá-lo imediatamente.
Depois de se sentir realmente "pesado" até ao seu pescoço, foque-se somente no seu rosto. Comece pelo seu queixo e lábios. Imagine que estão a endurecer, de forma a conseguir sentir o peso destes também. Sinta os ossos e cartilagens do seu nariz e orelhas, como encaixam na sua face, com algum peso incluído. Finalmente, concentre-se nas suas pálpebras. O peso das mesmas deixá-lo-à cada vez mais ensonado. Com o peso do seu corpo e as pálpebras fechadas leve mas firmemente, vai começar a sentir-se como que a voar, como se não estivesse mais na cama, nem tivesse qualquer apoio. Embora esteja a aperceber-se do seu peso, vai sentir-se leve. E a pouco e pouco, com a devida concentração, vai entrar no sono sem dificuldades.
É uma questão de concentrar-se e imaginar as coisas da melhor forma. Relaxar não é difícil, nem deve ser. Cada exercício que eu colocar aqui neste modesto blog, será uma nova forma de se reencontrar. Faça os exercícios sozinho, especialmente este. Desligue o telemóvel ou coloque-o em silêncio, desligue tudo o que fizer barulho ou seja elemento de distracção. Daqui a alguns tempos voltarei a colocar aqui outro exercício. Terão uma nova forma de poder relaxar e quem sabe depois disso, tomar um chá e comer um bolinho. É a cereja no topo do bolo!
Partilhem, "pipocomentem", digam-me como se sentiram depois de experimentar este exercício.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Salada de Delícias do Mar e Camarão
Há sempre aquele momento do dia em que, num instante de guloseima e fome, queremos preparar algo rápido porque o nosso estômago, que leva tantas vezes a melhor, deseja ser preenchido. É o que acontece comigo, embora eu pense que tenha um tipo de fome eterna diferente do comum. A minha salada de delícias do mar, que conta com ingredientes simples mas que combinam gloriosamente, fica sempre bem quando quero sair rapidamente da cozinha para algum trabalho ou mesmo para a minha cama assistir um bom programa de TV, acompanhado de sabores requintados, mas não muito caros.
Não há nada mais fácil que esta receita. Nem demora quinze minutos e no entanto, em menos disso já nos cresce aquela nostálgica "água na boca". Numa taça média, misturei 3 colheres de sopa de maionese de azeite com 1 colher de sopa de mostarda, 1 pimento vermelho cru cortado aos cubos, uma pitada de sal e pimenta e salsa fresca picada no momento. A mistura é divina, porque não só conta com a presença imperial da maionese de azeite que, para mim, é uma excelente escolha para saladas e molhos frios, invertendo um pouco o uso da maionese tradicional, como também faz contraste com o vermelho ligeiramente picante do pimento, guarnecido com a frescura da salsa.
Depois, numa saladeira ou taça para dose individual, como preferir, corte às tiras uma alface frisada previamente lavada, e junte-lhes delícias do mar, cerca de 400 gramas. O rosa ligeiro destes bocados de sabor marinhos deixa-me sempre com vontade de os comer antes de os acrescentar ao prato, o que é um vício saudável, mas não muito apreciado ou bem visto por quem me está a acompanhar na preparação.
Eu acrescentei um ovo cozido, embora não seja necessário se não quiser. Corte-o às rodelas para cima da alface e de seguida misture tudo com a maionese.
Agora vem a parte que mais prazer me dá. Peguei em cerca de 250 gramas de camarões cozidos e descascados e passei-os leve e rapidamente na frigideira com um pouco de manteiga e alho ralado. Nem demora 5 minutos em lume médio, e apenas precisa de ir mexendo a frigideira pelo cabo ergonómico, garantindo que os camarões de envolvem com o dourado da manteiga. De seguida, bastou-me decorar a salada com estes.
Como eu não me contento com pouco, faltava-me dois ingredientes que adicionei com o maior prazer. Azeitonas verdes recheadas de pimento é uma escolha sempre presente na minha despensa, pelo que não as desperdicei aqui. E há algo que combina sempre bem com este tipo de saladas, e esse é sem dúvida os coentros. Embora tenha começado por colocar a salsa, a combinação fica sempre bem e nem faz grande contraste no palato.
Na segunda vez que fiz esta salada, acrescentei tomates cereja ao invés das azeitonas, mas podem sempre adicionar o que mais querem e gostam, como é óbvio.
O mais engraçado é que acabo de vos escrever isto ao mesmo tempo que saboreio esta mesma salada. As delícias do mar enchem-me de infantilidade e ao mesmo tempo vontade de comer mais, porque o sabor delas fica na boca por muito mais tempo, e eu acho que nunca chega a matar-me a fome. Acreditem, o sabor é divino e a facilidade e rapidez com que o preparei já nem me surpreendem porque eu sei que no fim de tudo, tenho algo fresco e maravilhoso pronto para ser saboreado com um copo de vinho branco ou então um sumo natural de laranja ou outra fruta que prefiram. O melhor de tudo é ser tão saudável e cheio de sabor... é impossível resistir!
Resumo dos ingredientes:
- 3 colheres de sopa de maionese
- 1 colher de sopa de mostarda
- 1 pimento vermelho cru (ou pode assá-lo se preferir)
- 1 ramo de salsa picada
- 1 alface frisada bem lavada
- 400g de delícias do mar
- 250g de camarão cozido e descascado
- 1 ovo cozido
- Azeitonas verdes recheadas com pimento q.b.
- Coentros q.b.
- Sal e pimenta q.b.
Partilhem, "pipocomentem", e venham dizer-me se esta salada ficou na lista dos vossos preferidos.
Pipocas para todos! Até mais ver!
Não há nada mais fácil que esta receita. Nem demora quinze minutos e no entanto, em menos disso já nos cresce aquela nostálgica "água na boca". Numa taça média, misturei 3 colheres de sopa de maionese de azeite com 1 colher de sopa de mostarda, 1 pimento vermelho cru cortado aos cubos, uma pitada de sal e pimenta e salsa fresca picada no momento. A mistura é divina, porque não só conta com a presença imperial da maionese de azeite que, para mim, é uma excelente escolha para saladas e molhos frios, invertendo um pouco o uso da maionese tradicional, como também faz contraste com o vermelho ligeiramente picante do pimento, guarnecido com a frescura da salsa.
Depois, numa saladeira ou taça para dose individual, como preferir, corte às tiras uma alface frisada previamente lavada, e junte-lhes delícias do mar, cerca de 400 gramas. O rosa ligeiro destes bocados de sabor marinhos deixa-me sempre com vontade de os comer antes de os acrescentar ao prato, o que é um vício saudável, mas não muito apreciado ou bem visto por quem me está a acompanhar na preparação.Eu acrescentei um ovo cozido, embora não seja necessário se não quiser. Corte-o às rodelas para cima da alface e de seguida misture tudo com a maionese.
Agora vem a parte que mais prazer me dá. Peguei em cerca de 250 gramas de camarões cozidos e descascados e passei-os leve e rapidamente na frigideira com um pouco de manteiga e alho ralado. Nem demora 5 minutos em lume médio, e apenas precisa de ir mexendo a frigideira pelo cabo ergonómico, garantindo que os camarões de envolvem com o dourado da manteiga. De seguida, bastou-me decorar a salada com estes.
Como eu não me contento com pouco, faltava-me dois ingredientes que adicionei com o maior prazer. Azeitonas verdes recheadas de pimento é uma escolha sempre presente na minha despensa, pelo que não as desperdicei aqui. E há algo que combina sempre bem com este tipo de saladas, e esse é sem dúvida os coentros. Embora tenha começado por colocar a salsa, a combinação fica sempre bem e nem faz grande contraste no palato.
Na segunda vez que fiz esta salada, acrescentei tomates cereja ao invés das azeitonas, mas podem sempre adicionar o que mais querem e gostam, como é óbvio.
O mais engraçado é que acabo de vos escrever isto ao mesmo tempo que saboreio esta mesma salada. As delícias do mar enchem-me de infantilidade e ao mesmo tempo vontade de comer mais, porque o sabor delas fica na boca por muito mais tempo, e eu acho que nunca chega a matar-me a fome. Acreditem, o sabor é divino e a facilidade e rapidez com que o preparei já nem me surpreendem porque eu sei que no fim de tudo, tenho algo fresco e maravilhoso pronto para ser saboreado com um copo de vinho branco ou então um sumo natural de laranja ou outra fruta que prefiram. O melhor de tudo é ser tão saudável e cheio de sabor... é impossível resistir!
Resumo dos ingredientes:
- 3 colheres de sopa de maionese
- 1 colher de sopa de mostarda
- 1 pimento vermelho cru (ou pode assá-lo se preferir)
- 1 ramo de salsa picada
- 1 alface frisada bem lavada
- 400g de delícias do mar
- 250g de camarão cozido e descascado
- 1 ovo cozido
- Azeitonas verdes recheadas com pimento q.b.
- Coentros q.b.
- Sal e pimenta q.b.
Partilhem, "pipocomentem", e venham dizer-me se esta salada ficou na lista dos vossos preferidos.
Pipocas para todos! Até mais ver!
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